O NINHO DO BEIJA-FLOR
Na última vez que fui pescar num rio um tanto distante
daqui vi algo que me tocou. Um ninho de beija flor.
Numa árvore de galhos frágeis com ramas que quase tocavam as águas, é que ele estava.
Tão bem feitinho, caprichadinho e vazio.
Examinei-o cuidadosamente para não cair na água, segurando o galho que queria escapar de minhas mãos.
Depois arrumei todas as minhas tralhas de pesca e me sentei para pescar.
Enquanto esperava algum peixe beliscar a isca vi um beija-flor se aproximar de mim. Meus pés quase tocavam uns arbustos com algumas flores vermelhas e ele veio beijá-las.
Sem medo de mim se aproximou e como era lindo! Suas penas brilhavam, e o sol que se infiltrava por entre as folhas fazia com ele ficasse ainda mais bonito. O azul misturado com o violeta de suas penas dava um efeito magnífico naquela ave delicada.
Comecei a pensar que talvez ele pudesse ter nascido naquele ninho que estava tão próximo de nós.
Esqueci-me até que estava segurando uma varinha de pesca enquanto o examinava e ele ia de flor a flor pouco se importando com minha presença.
Foi nesta hora que o peixe veio comer a isca e na tentativa de fisgá-lo acabei espantando o passarinho.
Logo em seguida se aproximou um barco e parou bem próximo do lugar que eu me encontrava. Dois dos homens que estavam nele começaram a mexer com suas tralhas e a jogar redes na água.
Senti uma grande revolta em ver pessoas destruindo a natureza.
Eu a estava vendo como um templo. Mesmo tentando pegar um peixinho ou outro do enorme rio não pensava jamais em destruir o meio ambiente.
Só vou ocasionalmente pescar para distrair-me e para curtir as belezas ao meu redor.
Aqueles senhores que jogavam as redes na ânsia louca de capturar grande quantidade de peixes não se importavam com a beleza que os rodeava.
Nem a viam, a ignoravam completamente senão não agiriam daquela forma vergonhosa. Estavam jogando redes que chegavam quase a cercar o rio.
O ninho de beija-flor tão lindo ali tão próximo não os tocaria. Claro que não os tocaria. Eles não tinham olhos para a natureza que os rodeava.
E o ninho estava lá, tentando falar ao coração dos homens. Tentando mostrar quais os verdadeiros valores da vida.
Numa árvore de galhos frágeis com ramas que quase tocavam as águas, é que ele estava.
Tão bem feitinho, caprichadinho e vazio.
Examinei-o cuidadosamente para não cair na água, segurando o galho que queria escapar de minhas mãos.
Depois arrumei todas as minhas tralhas de pesca e me sentei para pescar.
Enquanto esperava algum peixe beliscar a isca vi um beija-flor se aproximar de mim. Meus pés quase tocavam uns arbustos com algumas flores vermelhas e ele veio beijá-las.
Sem medo de mim se aproximou e como era lindo! Suas penas brilhavam, e o sol que se infiltrava por entre as folhas fazia com ele ficasse ainda mais bonito. O azul misturado com o violeta de suas penas dava um efeito magnífico naquela ave delicada.
Comecei a pensar que talvez ele pudesse ter nascido naquele ninho que estava tão próximo de nós.
Esqueci-me até que estava segurando uma varinha de pesca enquanto o examinava e ele ia de flor a flor pouco se importando com minha presença.
Foi nesta hora que o peixe veio comer a isca e na tentativa de fisgá-lo acabei espantando o passarinho.
Logo em seguida se aproximou um barco e parou bem próximo do lugar que eu me encontrava. Dois dos homens que estavam nele começaram a mexer com suas tralhas e a jogar redes na água.
Senti uma grande revolta em ver pessoas destruindo a natureza.
Eu a estava vendo como um templo. Mesmo tentando pegar um peixinho ou outro do enorme rio não pensava jamais em destruir o meio ambiente.
Só vou ocasionalmente pescar para distrair-me e para curtir as belezas ao meu redor.
Aqueles senhores que jogavam as redes na ânsia louca de capturar grande quantidade de peixes não se importavam com a beleza que os rodeava.
Nem a viam, a ignoravam completamente senão não agiriam daquela forma vergonhosa. Estavam jogando redes que chegavam quase a cercar o rio.
O ninho de beija-flor tão lindo ali tão próximo não os tocaria. Claro que não os tocaria. Eles não tinham olhos para a natureza que os rodeava.
E o ninho estava lá, tentando falar ao coração dos homens. Tentando mostrar quais os verdadeiros valores da vida.
sonia delsin

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