RELAXAMENTO
O que seria relaxar?
Nossa mente não é prisioneira de nosso corpo, de forma alguma.
Soltar os pensamentos é uma forma de relaxar.
Cresci convivendo com a dor no corpo físico e precisei aprender a lidar com ela.
Quando menina sentia dores e a tensão a aumentava enormemente.
Sofri por quase três anos dores constantes e agudíssimas. Naquele tempo eu tinha pouco mais que quinze anos e não conseguia entender outra forma de combater a dor que não fosse através de fortes medicamentos.
A medicina acabou vencendo o mal que me consumia, mas houve também grande ajuda de minha parte; porque a minha juventude prevalecia. E também porque conheci por fim uma pessoa que começou a me ensinar a arte de controlar a dor.
Depois de várias cirurgias, meses de gesso sai caminhando com minhas próprias pernas.
A felicidade de voltar a andar e estar sem as dores que me castigaram tanto me enchia de esperanças e uma energia nova.
Mas outras dores vieram e outras.
Um dia descobri que não conseguia mais encontrar a saída de um labirinto que minha vida se transformara.
Precisava me encontrar, buscar meios de eliminar ou pelo menos domar esta minha predisposição para a doença.
Comecei a utilizar os poderes ocultos de minha mente.
Para isso sempre precisei de muito silêncio e de um ambiente tranqüilo.
Nestas horas de relaxamento sinto que tenho domínio total sobre mim mesma.
Convenço-me que tenho plenos poderes para expulsar de meu corpo todas as tensões, todos os medos, todas as dores.
Isolo-me, solto o corpo totalmente, esqueço tudo que me cerca. Só tenho consciência mesmo da minha alma que consegue viajar para onde eu ordenar.
A sensação é muito boa, é única.
Fico assim vários minutos, na verdade o tempo nem existe enquanto relaxo.
Deixo minha alma como minha soberana absoluta. Tenho até um santuário para ela.
Aos poucos tomo consciência de novo que sou feita de um material grosseiro além deste corpo sutil que viaja fora de mim.
Assumo-o, sinto-o mais leve, flexível, sem tensão alguma.
Essa é uma das formas que encontrei para massagear a mim mesma. Uma coisa de dentro para fora.
Nossa mente não é prisioneira de nosso corpo, de forma alguma.
Soltar os pensamentos é uma forma de relaxar.
Cresci convivendo com a dor no corpo físico e precisei aprender a lidar com ela.
Quando menina sentia dores e a tensão a aumentava enormemente.
Sofri por quase três anos dores constantes e agudíssimas. Naquele tempo eu tinha pouco mais que quinze anos e não conseguia entender outra forma de combater a dor que não fosse através de fortes medicamentos.
A medicina acabou vencendo o mal que me consumia, mas houve também grande ajuda de minha parte; porque a minha juventude prevalecia. E também porque conheci por fim uma pessoa que começou a me ensinar a arte de controlar a dor.
Depois de várias cirurgias, meses de gesso sai caminhando com minhas próprias pernas.
A felicidade de voltar a andar e estar sem as dores que me castigaram tanto me enchia de esperanças e uma energia nova.
Mas outras dores vieram e outras.
Um dia descobri que não conseguia mais encontrar a saída de um labirinto que minha vida se transformara.
Precisava me encontrar, buscar meios de eliminar ou pelo menos domar esta minha predisposição para a doença.
Comecei a utilizar os poderes ocultos de minha mente.
Para isso sempre precisei de muito silêncio e de um ambiente tranqüilo.
Nestas horas de relaxamento sinto que tenho domínio total sobre mim mesma.
Convenço-me que tenho plenos poderes para expulsar de meu corpo todas as tensões, todos os medos, todas as dores.
Isolo-me, solto o corpo totalmente, esqueço tudo que me cerca. Só tenho consciência mesmo da minha alma que consegue viajar para onde eu ordenar.
A sensação é muito boa, é única.
Fico assim vários minutos, na verdade o tempo nem existe enquanto relaxo.
Deixo minha alma como minha soberana absoluta. Tenho até um santuário para ela.
Aos poucos tomo consciência de novo que sou feita de um material grosseiro além deste corpo sutil que viaja fora de mim.
Assumo-o, sinto-o mais leve, flexível, sem tensão alguma.
Essa é uma das formas que encontrei para massagear a mim mesma. Uma coisa de dentro para fora.
sonia delsin

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